os humanos têm a mania de ser presunçosos. mas na questão do tempo até nem são porque existe uma correspondência entre a unidade e os movimentos do sistema solar. e, pelos vistos, fez um ano que o megafone estragado foi lançado. não quero dizer muito.

megafone estragado sou eu, é a forma como eu encaro a minha existência – um grito afónico. temo que a humanidade sucumba na sua própria imundice – este capitalismo, gerador de uma competição feroz, que constitui a razão pela qual o indivíduo ainda não está a viver ao nível de todo o seu potencial. temo que a forma como a humanidade se deturpa a si própria seja a norma. a morte moral é o acomodamento desta inversão cobarde. o homem tem que olhar para a frente. tem que sofrer, e muito. nada é fácil, pelo contrário. tem que se engajar e viver nesta montanha russa que nos ameaça estrangular.