Tenho de partilhar algo. Tive o privilégio de conhecer uma pessoa incrível – Orfeu Bertolami, o meu professor de Mecânica. Cedo percebi que era alguém muito especial. Sempre imaginei um físico teórico tal e qual como este Senhor – um Homem do Conhecimento, vanguardista, interessado, apaixonado, muito para além de um “escravo” da Ciência que debita fórmulas. Mais tarde percebi que Senhores como este são raros, infelizmente. Orfeu Bertolami é fonte de inspiração, Orfeu Bertolami é tão grande como um Fernando Pessoa ou um Nietzsche!
Terminado o semestre, contactei-o por e-mail. Segue-se a sua resposta:

“Caro Aluno,
Muito obrigado pelas simpáticas palavras. Eu fico muito satisfeito de ouvir que as minhas aulas tenham sido úteis para a sua formação de físico e cidadão. Infelizmente, essa semana foi particularmente complicada. Para a semana podemos conversar um bocadinho na segunda-feira depois do almoço.

Saudações,
Orfeu Bertolami.”

Como poderia perder a oportunidade de contactar alguém tão ilustre? Sobre física pouco irei contribuir pois não estou minimamente habilitado, mas há imenso para partilhar. Escusado será dizer o quão entusiasmado estou…

Acerca do blog, tenho andado a trabalhar no ensaio sobre a religião. É uma tarefa complexa. Um ensaio é um estudo infinito em que surgem continuamente mais e mais dados. Sendo assim, a ideia é publicá-lo e revê-lo sempre que necessário.
Ultimamente, tenho andado mergulhado no Princípio Antrópico e na opinião de individualidades da Ciência como Allan Sandage ou John Polkinghorne.

Sobre Orfeu Bertolami:
http://web.ist.utl.pt/orfeu.bertolami/homeorfeu.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Orfeu_Bertolami

Sobre o Princípio Antrópico:
http://www.st-edmunds.cam.ac.uk/faraday/resources/Faraday%20Papers/
Faraday%20Paper%204%20Polkinghorne_PORT.pdf